Educação e auto-estima
Alunos desmotivados geram pesquisas de psicólogos e educadores.
Por Jéferson Roz
A educação é tema de discussão por vários segmentos de ordem social, acadêmica e psicológica. A falta de um plano de educação gera problemas sociais e pedagógicos encontrados nas escolas. A questão fica em compreender a estrutura educacional, na qual, se encontra e buscar uma melhor estratégia de aprendizado ao professor e o aluno.
O assunto é tema de pesquisas por psicólogos, ao observarem que alguns alunos demonstram dificuldades de aprendizados, frustração escolar, desmotivação ao manejo do professor no processo ensino/aprendizagem.
A escritora e psicanalista Marizilda Lopez, 57, diz “nas escolas o que se vê é muita gente dizendo que aluno tem que estudar e ser bom no que faz, que aluno bom tem que tirar notas altas e corresponder à expectativa do professores e dos pais”.
As salas de aulas têm 40 alunos por professor. Fica difícil para o professor apurar a realidade de cada aluno, pois cada um traz um histórico social, emocional, cognitivo. Assim, dificulta o profissional identificar as dificuldades, as limitações e o seu próprio ritmo. “Não se ensina conhecimento, mas se constrói conhecimento. A criança já traz dentro dela uma bagagem de vida”, alerta escritora.
Segundo Antonia Marcelina Vieira, secretária, 25, mãe da Laodiceia Vieira Freire, 07, aluna do primeiro ano, sabe da inteligência de sua filha, mas percebeu dificuldades dela em algumas tarefas e às vezes, precisa adivinhar como ajudá-la.“Hoje em dia as tarefas do primeiro ano é super difícil”, alega Antonia Marcelina.
A psicanalista defende, em sua pesquisa, a questão colocada por Vygotsk (2003), que define Zona de Desenvolvimento Proximal - (ZDP) como a necessidade de estabelecer um vínculo, na qual se investigue a relação de desenvolvimento e aprendizagem, que determine o que a criança pode fazer, independente e em colaboração com outros. Ainda alerta da necessidade de uma escola onde pessoas possam compartilhar os saberes seja por simples diálogo, troca de dúvidas ou discussões.
Os educadores como profissional do comportamento buscam melhor qualidade de ensino e auto-estima na educação. O escritor e orientador educacional Jamar Monteiro, 41, pesquisou com 100 pais e professores sendo 50 escolas públicas e 50 particulares, sobre o papel da escola e da família no Plano Escolar.
Os dados indicam, que o papel da família, para o bem educar dos filhos, 98% dos professores enfatizou a necessidade de se dar: atenção, amor, carinho, compreender, dialogar e impor limites. Em relação ao papel da escola para o bem educar, 75% dos pais acreditam que o papel básico da escola é o de: ensinar a ler e escrever, disciplinar e preparar para o mercado de trabalho. “O importante é criar um hábito, para o aluno desenvolver melhor seu aprendizado”, diz orientador a Magazine Leste.
O objetivo da auto-estima é prioridade no aspecto emocional, intelectivo e social para o aluno. Portanto, atenção, linguagem compreensiva, dedicação e amor promovem ao jovem uma estrutura base com meios necessários para construção do seu próprio conhecimento. Para isso, o ambiente da escola ou onde mora seja capaz de proporcionar um aprendizado sem frustração, opressão, mas sim motivado e feliz.
Alunos desmotivados geram pesquisas de psicólogos e educadores.
Por Jéferson Roz
A educação é tema de discussão por vários segmentos de ordem social, acadêmica e psicológica. A falta de um plano de educação gera problemas sociais e pedagógicos encontrados nas escolas. A questão fica em compreender a estrutura educacional, na qual, se encontra e buscar uma melhor estratégia de aprendizado ao professor e o aluno.
O assunto é tema de pesquisas por psicólogos, ao observarem que alguns alunos demonstram dificuldades de aprendizados, frustração escolar, desmotivação ao manejo do professor no processo ensino/aprendizagem.
A escritora e psicanalista Marizilda Lopez, 57, diz “nas escolas o que se vê é muita gente dizendo que aluno tem que estudar e ser bom no que faz, que aluno bom tem que tirar notas altas e corresponder à expectativa do professores e dos pais”.
As salas de aulas têm 40 alunos por professor. Fica difícil para o professor apurar a realidade de cada aluno, pois cada um traz um histórico social, emocional, cognitivo. Assim, dificulta o profissional identificar as dificuldades, as limitações e o seu próprio ritmo. “Não se ensina conhecimento, mas se constrói conhecimento. A criança já traz dentro dela uma bagagem de vida”, alerta escritora.
Segundo Antonia Marcelina Vieira, secretária, 25, mãe da Laodiceia Vieira Freire, 07, aluna do primeiro ano, sabe da inteligência de sua filha, mas percebeu dificuldades dela em algumas tarefas e às vezes, precisa adivinhar como ajudá-la.“Hoje em dia as tarefas do primeiro ano é super difícil”, alega Antonia Marcelina.
A psicanalista defende, em sua pesquisa, a questão colocada por Vygotsk (2003), que define Zona de Desenvolvimento Proximal - (ZDP) como a necessidade de estabelecer um vínculo, na qual se investigue a relação de desenvolvimento e aprendizagem, que determine o que a criança pode fazer, independente e em colaboração com outros. Ainda alerta da necessidade de uma escola onde pessoas possam compartilhar os saberes seja por simples diálogo, troca de dúvidas ou discussões.
Os educadores como profissional do comportamento buscam melhor qualidade de ensino e auto-estima na educação. O escritor e orientador educacional Jamar Monteiro, 41, pesquisou com 100 pais e professores sendo 50 escolas públicas e 50 particulares, sobre o papel da escola e da família no Plano Escolar.
Os dados indicam, que o papel da família, para o bem educar dos filhos, 98% dos professores enfatizou a necessidade de se dar: atenção, amor, carinho, compreender, dialogar e impor limites. Em relação ao papel da escola para o bem educar, 75% dos pais acreditam que o papel básico da escola é o de: ensinar a ler e escrever, disciplinar e preparar para o mercado de trabalho. “O importante é criar um hábito, para o aluno desenvolver melhor seu aprendizado”, diz orientador a Magazine Leste.
O objetivo da auto-estima é prioridade no aspecto emocional, intelectivo e social para o aluno. Portanto, atenção, linguagem compreensiva, dedicação e amor promovem ao jovem uma estrutura base com meios necessários para construção do seu próprio conhecimento. Para isso, o ambiente da escola ou onde mora seja capaz de proporcionar um aprendizado sem frustração, opressão, mas sim motivado e feliz.

2 comentários:
Parabéns pelo conteúdo do blog! É isso mesmo que a internet precisa: mais textos sóbrios, com uma visão rica. Vá nesse caminho! Abraços
É ISSO AÍ PRIMO, ATÉ PARECE QUE O TEXTO FOI ESCRITO POR UM EDUCADOR, RSRS..
PARABÉNS PELO CONTEÚDO,E
ESTOU ORGULHOSA POR VC. BJKS
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